segunda-feira, 4 de maio de 2015
Bibliografia anotada sobre Personal Learning Environments
Em atualização
segunda-feira, 20 de abril de 2015
A Avaliação de Competências no Ensino a Distância
Mestrado em Pedagogia do eLearning: AVALIAÇÃO EM CONTEXTOS ELEARNING (12090)
Tema 2 - “A Avaliação Pedagógica em Contextos de Elearning” - Abril 2015
Docente:
Dr.ª Lúcia Amante
Mestrandos:
António Chimuzu (Nº 1303044); Carlos Santos (Nº 1300971);
Ivanilda Ramos (Nº 1400519) e Sérgio Silva (Nº1000737)
Ivanilda Ramos (Nº 1400519) e Sérgio Silva (Nº1000737)
Resumo
A avaliação é um conceito multifacetado e que sofre evoluções na sua
conceção e desenvolvimento. Com o surgimento e o desenvolvimento das
tecnologias da informação e da comunicação e com os novos ambientes de
aprendizagem é exigida uma nova abordagem avaliativa, com novas
atitudes, capacidades e formas de construir o conhecimento em rede. Na
avaliação é exigida uma cultura avaliativa para uma abordagem sustentada
na autenticidade, transparência, consistência e praticabilidade.
Abstrat
Assessment is a multifaceted concept which evolves and develops. With
the rise and development of information and communication technologies
and new learning environments, it requires a new evaluative approach,
with new attitudes, skills and new ways to build networked knowledge.
Evaluation requires an evaluative culture necessary for sustained
approach to authenticity, transparency, consistency and practicality.
Palavras-chave: educação, avaliação, tecnologia, ensino online, competências
Introdução
A avaliação, enquanto conceito multifacetado (Mateo, 2002; Figari &
Achouche,1997; Chevallard,1990), tem vindo a ter um desenvolvimento
devido a par de crises e insuficiências na escola que se tem refletido
em praticas tradicionais ao longo dos tempos (Pinto, no prelo). Com as
novas tecnologias da informação e da comunicação e o surgimento da
internet surgem novos paradigmas e novas formas de aprender,
especificamente com os novos ambientes virtuais de aprendizagem, que
levam a uma exigência na reflexão e debate sobre o conceito, processo e
desenvolvimento de práticas de avaliação (Mateo & Sangrá, 2007).
Ainda assim, com o Processo de Bolonha que promove a utilização dos
ambientes virtuais, a educação não é apenas baseada em objetivos mas sim
como “um novo paradigma centrado no desenvolvimento de competências”
(Pereira et. al., 2010, p. 1).
Avaliação de Competências e o Elearning
No processo de avaliação quanto à sua conceptualização, desenvolvimento,
aplicação e diversificação temos como recurso Programas de Avaliação de
Competências, PAC, que articula a cultura de testes com a cultura de
avaliação (Pereira et. al., 2010).
“Reconhece-se que o uso de um único formato de avaliação é insuficiente
para fazer a avaliação da competência de um dado indivíduo. Torna-se,
assim, necessário desenvolver PAC’s que contemplem novas formas de
avaliação, substituindo a “cultura do teste” pela “cultura de avaliação”
(Birenbaun, 1996; Dierick & Dochy, 2001, citado por Amante et. al.,
2012, p. 47).
A avaliação baseada em competências tem em conta um conhecimento mais
complexo, com atitudes e valores associados, e torna-se também um dos
desafios no ensino superior e, em especial, na Educação a Distância,
como refere Mateo & Sangrá (2007):
“At the current moment, assessing competences instead of contents is one
of the major challenges facing the European Higher Area (EHEA). (…)
Finally, another of the bigger concerns in terms of assessment in online
education is the issue about the identity of the student. “ (In http://www.eurodl.org/materials/contrib/2007/Mateo_Sangra.htm)
E, no mesmo sentido, refere Pereira et. al. (2010), nos estudos
efetuados por Sainsbury & Walker (2007), que a “explosão do
elearning e a emergência de novos modos de aprendizagem com suportes
digitais veio também contribuir decididamente para o repensar das
estratégias de avaliação” (p.2). No entanto, face às exigências atuais, é
necessário para a avaliação de competências a aceitação dos novos
cenários com uma variedade de estratégias e modos de avaliação, deixando
o anterior paradigma dos testes escritos, standarizados, em que o
ensino se centra no professor e o aluno como elemento passivo na
aprendizagem. Deste modo torna-se também necessário, cada vez mais,
centrar o aluno no seu processo de aprendizagem, tornando-o mais ativo
no decorrer do processo e que se tome estratégias por modo a obter
“actividades colaborativas no espectro das tarefas de avaliação e faça
melhor uso das possibilidades de feedback oportuno, de forma a potenciar
a motivação para a aprendizagem durante o próprio processo de
avaliação” (Pereira et. al., 2010, p.3). No entanto é de referir, em
consideração aos mesmos autores e também referido por Amante et. el.
(2012), que apenas um método para avaliar a competência é insuficiente,
pelo que se deve tomar a diversidade de métodos como um conjunto, que se
podem complementar e articular, na avaliação de competências. Portanto,
é importante, também de acordo com Mateo & Sangrá (2007), que haja
mudanças no paradigma de avaliação para que a avaliação seja conduzida
pelo aluno, com critérios explícitos, de forma colaborativa e tomada
como um processo baseado em competências e com carácter autorregulador
do processo de aprendizagem e que as ferramentas, tais como os recursos
educativos abertos, promovam as aprendizagens baseadas na diversidade.
Para a definição de estratégias de avaliação baseada em competências,
Pereira et. al. (2010) propôs 4 dimensões de avaliação, articuladas
entre si, suportadas pela autenticidade, consistência, transparência e
praticabilidade. A autenticidade como um critério da avaliação de
competências próximo do contexto da vida real/profissional. A
consistência na resposta à validade e fiabilidade, no que concerne aos
indicadores psicométricos, com a existência da diversidade de métodos de
avaliação e com diversos contextos, avaliadores e estratégias
adequadas. A transparência no que se refere à visibilidade e compreensão
da avaliação de competências por todos os elementos envolvidos na
aprendizagem e “implica que conheçam tanto os critérios de avaliação
utilizados como os seus pesos relativos” (idem, p.4). Por fim, a
praticabilidade como um critério que reflete a exequibilidade da
estratégia da avaliação e, de acordo os estudos efetuados por Brown
(2004), “implica a gestão eficiente em termos de tempo, da relação
custos/eficiência para os avaliadores e as organizações (…) e deve
assegurar que os estudantes/aprendentes consideram as tarefas como sendo
realizáveis e relevantes, contribuindo para o seu desenvolvimento”
(idem, p.5). Numa aplicação e com base nestas dimensões explanadas por
Pereira et. al. (2010), Amante et. al. (2012) propuseram um referencial
enquadrador da atividade de avaliação para uma aplicação no projeto em
estudo intitulado “Elearning e Avaliação no Ensino Superior –
@ssess.he”. Este projeto permitiu identificar práticas e experiências no
âmbito da avaliação de aprendizagens e de competências, por meio de
recursos tecnológicos, tais como: fóruns, wikis, e-portfólios, quizzes,
blogues, entre outros. Desta forma, os autores tiveram a oportunidade de
explorar as estratégias utilizadas e de verificar as potencialidades,
constrangimentos e as perspetivas futuras da avaliação digital, pois
também verificaram que, no que respeita à natureza das competências
avaliadas, “embora o conjunto dos professores em causa, integrem as
tecnologias digitais nas suas atividades, o que pode revelar uma
valorização do seu uso, não manifestam grande preocupação com a
avaliação do desenvolvimento de competências neste domínio” (Amante et.
al., 2012, p.64).
Conclusão
O elearning introduziu novas possibilidades à educação, favorecendo a
doação de abordagens inovadoras de ensino aprendizagem, mais centradas
no aluno, na interação, na colaboração, na reflexão e na construção do
conhecimento. A explosão do elearning e a emergência de novos modos de
aprendizagem com suportes digitais veio também contribuir decididamente
para o repensar das estratégias de avaliação. Portanto deve ser
entendido como um processo sistemático, contínuo e integral destinado ao
levantamento e análise de informações e dados capazes de fundamentar um
julgamento imparcial, com finalidade de melhorar a eficácia das
aprendizagens e corrigir os erros, sempre que necessário, implementando
ações preventivas, corretivas e/ou de melhoria.
Consideramos que a avaliação é um conceito em constante evolução e
conceção, com uma prática exigente nos diversos contextos, sejam eles
presenciais ou a distância/online. A sua aplicabilidade deverá ser
diversificada. Neste sentido, também consideramos que é necessário
conceptualizar a avaliação de competências tendo em consideração que
representa um conceito complexo e que inclui conhecimentos, capacidades e
valores, pois a avaliação de competências também requer uma nova
abordagem, na qual conhecimentos, capacidades e atitudes estão
integrados (Baartman et al., 2007). As novas estratégias de avaliação
introduzem a necessidade de ter em conta as competências exigidas na
prática da vida real e de assegurar que os modos de avaliação reflitam
os que são utilizados nesses cenários e que os critérios de avaliação
sejam os adequados. Esta perspetiva coloca a questão de criar/conceber
um sistema de avaliação que permita aferir a qualidade dessas novas
formas de avaliação.
Face ao exposto em estudo aferimos que o modelo de ensino online requer
formas de avaliação específicas e adequadas que encarem a avaliação de
forma diversificada. Assim, a avaliação passa a ter uma natureza
promotora das aprendizagens, em vez de certificadora, e debruçasse sobre
as competências ao invés de conteúdos. As novas culturas de
aprendizagem determinam o uso de novas estratégias de avaliação e as
metodologias devem ser devidamente planeadas e integradas no processo de
desenvolvimento e acompanhamento, especificamente no ensino a
distância, e deve ser um processo dinâmico, credível e com uma
aplicabilidade rigorosa e exigente mas que servirá de base ao processo
ensino aprendizagem.
Bibliografia
Baartman, L.K.J., Bastiaens, T.J., Kirschner, P.A., & Vleuten, C.
(2007). Evaluating assessment quality in competence-based education: A
qualitative comparison of two frameworks. Educational Research Review,
2, 114-129.
Amante, Lúcia; Gomes, Maria J. & Oliveira, Isolina (2012).
Avaliação Digital no Ensino Superior em Portugal. In II Congresso
Internacional TIC e Educação. Acedido de 10 de Abril de 2015 de:
http://ticeduca.ie.ul.pt/atas/pdf/323.pdf
Birenbaum, M. (2003). New insights into learning and teaching and their
implications for assessment. In M. Segers, F. J. R. C. Dochy, & E.
Cascallar (Eds.), Optimising new modes of assessment: In search of
qualities and standards (pp. 13-36). Dordrecht, The Netherlands: Kluwer
Adademic Publishers.
BROWN, S. (2004). Assessment for learning. Learning and Teaching in Higher Education. 1, 81-89.
Chevalard, Y. (1990). Évaluation, véridiction, objectivation. In J.
Colomb & J. Marsenach (Orgs.), L´ évaluateur en révolution (pp.
13-36). Paris: INRP.
Dierick, S., & Dochy, F. J. R. C. (2001). New lines in edumetrics:
new forms of assessment lead to new assessment criteria. Studies in
Educational Evaluation, 27, 307-329.
Figari, G. e Achouche, M. (1997). Dix années de travaux de recherche en
évaluation (1986-1996). Mesure et évaluation en éducation, 20 (2),
27-40.
Mateo, J. (2002). La evaluación educativa, su práctica y otras
metáforas. Barcelona: ICE – Universidad de Barcelona, cuadernos de
educación.
Mateo, J. & Sangrá, A, (2007). Designing online learning assessment
Throught alternative approaches facing the concerns, in European Journal
of Open, Distance and Elearning. Acedido de 6 de Abril de 2015 de: http://www.eurodl.org/materials/contrib/2007/Mateo_Sangra.htm
Pereira, A. Oliveira, I. & Tinoca, L. (2010. A Cultura da Avaliação:
que dimensões?. In Actas da Conferência Internacional TICeduca 2010,
Instituto de Educação, Universidade de Lisboa.
Pinto, J. (no prelo) A Avaliação em Educação: da linearidade dos usos à
complexidade das práticas, in L.Amante e I. Oliveira (Orgs.) Avaliação
das Aprendizagens: perspetivas, contextos e práticas. E-book, Lisboa:
Universidade Aberta.
SAINSBURY, E. J. and WALKER, R. A.(2007). Assessment as a vehicle for
learning: extending collaboration into testing. Assessment &
Evaluation in Higher Education. 33:2,103 — 117
quarta-feira, 15 de abril de 2015
segunda-feira, 23 de março de 2015
Bibliografia Anotada com dois itens
UC - Processos Pedagógicos em Elearning
Temática I - A Pedagogia do eLearning
Item 1
O crescimento da Web 2.0, que é caracterizado por, abertura, personalização, mobilidade e instantaneidade tem profundas implicações para as instituições educativas.
A aprendizagem flexível e o desejo de flexibilizar o acesso à educação já existem desde que a internet surgiu, contudo apesar de ser atractiva para os estudantes e empregadores, a flexibilidade que as novas tecnologias proporcionam também nos trazem novos desafios, algumas da questões colocadas pelo autor:
- Como proporcionar flexibilidade sem complicar nem originar confusão aos alunos e colaboradores?
- Como podemos oferecer flexibilidade de forma eficaz e eficiente?
- Como avaliar a enorme quantidade de informação disponível na internet e a sua fiabilidade?
Apesar do entusiasmo causado pelas novas tecnologias é importante garantir uma redução de custos e padrões de qualidade.
São abordados ao longo do texto os seguintes aspectos: a web 2-.0, as redes sociais, o cloud computing, o poder disruptivo da web 2.0 e as consequências da web 2.0.
Para a autora o desafio que se coloca é gerir as fronteiras cada vez mais permeáveis entre a universidade e o mundo para aumentar a capacidade dos funcionários e os alunos de interagir e participar do mundo, evitando a fragmentação dos sistemas universitários.
Uma temática bastante pertinente desenvolvida ao longo dos restantes capítulos do livro que será para leitura ao longo da unidade curricular.
Item 2
Carril, P. Sanmamed, M. Sellés, N. (2013). Pedagogical Roles and Competencies of University Teachers Practicing in the E-Learning Environment. IRROLD, 14, 3, 462-487. Disponível em: http://www.irrodl.org/index.php/irrodl/article/view/1477/2586
O documento analisado é um estudo, tendo por base a revisão da literatura mais significativa, realizado na Universidade da Corunha que teve como objectivo identificar as funções e competências desempenhadas pelo corpo docente em ambientes virtuais e o seu nível de proficiência nas competências pedagógicas com a finalidade de construir um quadro comum para o ensino e iniciativas de formação para as instituições de ensino superior.
Sendo um estudo relativamente recente é um documento de leitura recomendada para todos os interessados no ensino à distância, também foi traçado um perfil interessante dos professores, é igualmente fornecida bibliografia para posterior consulta relativa a outros estudos.
segunda-feira, 27 de janeiro de 2014
Mike Wesch
Conjunto de posts contendo os comentários-síntese (em inglês) no website do autor [www.mediatedcultures.net]
VIDEO 1
(1) The technologies are developing at a great speed and the time of people is changing too (time to eat, time to see tv, time to read, time to work, time to see the email, time to listen music, time to see the facebook, time in the school, time in the phone, etc). We must think about this. The students have a short time for all activities and the teaching must to adapt at this changing. ( by Ana V.; Carlos S.; Nelson S. & Sérgio S. - - students of e-learning master - Open University)
(2) Currently, the students have new learning experiences through the Internet, there are new several experiences. It is expected that all person can collaborate and take the better of internet to them. ( by Ana V.; Carlos S.; Nelson S. & Sérgio S. - - students of e-learning master - Open University)
(3) Free and universal access to education is the only way to reduce the consumption of resources in a society increasingly determined by the choices of the past.Small gestures can sometimes have a big impact and make a difference. Quoting Neil Armstrong: "That's one small step for [a] man, one giant leap for mankind." ( by Ana V.; Carlos S.; Nelson S. & Sérgio S. - - students of e-learning master - Open University)
VIDEO 2
(1) Some students have no money for their needs in the school. A lot of them need to work. The school have to help them and technology can help the school, in teaching learning. Why don't the school uses the technology to help their students? ( by Ana V.; Carlos S.; Nelson S. & Sérgio S. - - students of e-learning master - Open University)
(2) Although many students have no money, the governments must help them. All the student should be supported in the public school and to have acess to education. The new educational resources may be the really pedagogical context to the teaching and learning. For example the open educational resources (OER). ( by Ana V.; Carlos S.; Nelson S. & Sérgio S. - - students of e-learning master - Open University)
(3) Time is a critical factor in a society submerged by constant technological advances. With a simple phone number or an email we can locate anyone on the web. Through applications like Twitter, Vibe, Whatsapp, or social networks like Facebook or Myspace we are able to get in touch or follow someone. They may not be able to see us, but they can’t hide. Despite being connected and visible, do we really know each other and really have perception of what surrounds us? ( by Ana V.; Carlos S.; Nelson S. & Sérgio S. - - students of e-learning master - Open University)
VIDEO 3
(1)The society is changing and the tecnology are developing. Now we have a lot of varieties of techonological tools and the people are looking themself. “Youtube” can help us. With this tool we can show all we are feeling. We can say everything to all people. Everything in our private space to public. ( by Ana V.; Carlos S.; Nelson S. & Sérgio S. - - students of e-learning master - Open University)
(2)The technological tools are changing. We must follow the pace of new network society. With Youtube we can share films, stories, testimonies, video lessons, songs , and so on. A lot of several options that we can teaching and learning . ( by Ana V.; Carlos S.; Nelson S. & Sérgio S. - - students of e-learning master - Open University)
(3)Human curiosity is innate in us. Youtube came to take advantage of it allowing us to share our myself and endless junk, however as curiosity is innate, the need for trust is too. As in real life we should have a careful attitude and not accept everything as true and credible just because it's online. ( by Ana V.; Carlos S.; Nelson S. & Sérgio S. - - students of e-learning master - Open University)
(4) Cooperative learning is an important approach to enrich the learning of students, it helps them became more actives and learn skills for resolving conflicts. However, the internet allows a virtual interaction between them and the construction of interpersonal relationships and the academic knowledge. So, a new virtual space, cyberculture, that the internet allowed, and where all the students can use it for acess to knowledge. This new virtual space can to provide the motivation and ties between them. ( by Ana V.; Carlos S.; Nelson S. & Sérgio S. - - students of e-learning master - Open University)
(5) The technologies is giving us new opportunities to learn more flexibility. We can learn in different spaces and differents times. We can organize our private lives and our studies. Nonetheless, the many high schools are not using the new technologies and they don't give new opportunities to students to learning in other way. Nevertheless, we are seeing that we have economic and social asymmetries between the countries. The less developed countries have more resistance to using the technologies and it's don't give new opportunities to develop. The countries have to change their policies. They have to invest and promote the technology in education. We need to grow up our economies and the new opportunities to learn. The technologies is more inclusive and flexible. ( by Ana V.; Carlos S.; Nelson S. & Sérgio S. - - students of e-learning master - Open University)
VIDEO 4
(1) With the hipertext we can acess in other virtual space more easily. It can help us in the school because we don't spend much time to looking for the information. For example, if we use only the books we spend much time than the hipertext. The hipertext is more easy and amusing. ( by Ana V.; Carlos S.; Nelson S. & Sérgio S. - - students of e-learning master - Open University)
(2) The virtual context is a new reality. The messages appearing in all the digital context. It's all linked each other. In the e-learning, the students have many options to learn. ( by Ana V.; Carlos S.; Nelson S. & Sérgio S. - - students of e-learning master - Open University)
(3) The internet has come to play an important role in our socialization although we have not noticed. ( by Ana V.; Carlos S.; Nelson S. & Sérgio S. - - students of e-learning master - Open University)
domingo, 12 de janeiro de 2014
A virtualização das relações sociais
UC - Educação e Sociedade em Rede
Autenticidade e Transparência na Rede
O “mimo de internet” de 2005 dos BackDorm Boys (Chinese
Boys) ao tema I Want
It That Way dos Backstreet Boys,
disponível no Youtube, com quase 15 milhões de visualizações, serviu de
abertura ao debate sobre A virtualização
das relações sociais.
Importa referir que a China privou os seus 591 Milhões de utilizadores de
internet de aceder ao Youtube em 2009.
Segundo Hannah Arendt (1958) “Para nós, a aparência - alguma coisa que está
a ser vista e ouvida tanto pelos outros como por nós - constitui a realidade.”.
A internet transformou o nosso modo de ser e estar, eliminando barreiras
físicas e sociais, levando à desinibição da comunicação.
A Rede é o coração de um novo paradigma social e tecnológico, que constitui
na realidade a base material das nossas vidas e dos nossos relacionamentos, de trabalho
e de comunicação.
O que a internet faz é processar a virtualidade e transformá-la na
realidade, constituindo a sociedade em rede, que é a sociedade em que vivemos.
Tendo-se tornado num espaço de construção de sistemas alternativos, onde os
indivíduos são livres de experimentar formas diferentes de comunicação e de auto-representação,
é a
possibilidade de “aparentar ser, literalmente, quem se quiser ser” e o potencial
de experimentação que lhe está associado, que governa as expectativas da generalidade
dos utilizadores das comunidades virtuais.
As
comunidades virtuais são hoje um fenómeno social na internet, não existe um consenso
quanto a uma definição precisa do que é uma comunidade virtual, contudo segundo
Howard Rheingold, "as comunidades virtuais são agregados sociais nascidos
na “Rede” quando os intervenientes de um debate o levam por diante em número e
sentimento suficientes para formarem teias de relações pessoais no ciberespaço.
Criar identidades que apenas existam no ecrã não deixa de ser, uma
oportunidade de auto-expressão para o indivíduo, fazendo-o sentir-se mais
próximo do seu verdadeiro eu, ainda que oculto por detrás de uma panóplia de máscaras
virtuais.
As pessoas não só se
transformam em quem fingem ser, igualmente fingem ser quem crêem que são ou
quem gostariam de ser (ou até mesmo quem não gostariam de ser), e uma vez
transpostos os limites do Second Life, pode ser-se homem, mulher ou mesmo
assumir múltiplas identidades.
Um exemplo da imersão
no virtual é retratado pelo livro Neuromancer, de William Gibson, que viria a
inspirar a triologia de filmes Matrix, mais recentemente o filme Avatar também abordou
a mesma temática.
O filme a Rede Social
também retracta a criação da comunidade virtual Facebook e o modo como se
tornou um fenómeno mundial.
Pierre Lévy apresenta
uma perspectiva optimista, e autores críticos como Jean Baudrillard ou Paul
Virilio defendem visões mais pessimistas.
Enquanto Baudrillard
entende o virtual como o esvaziamento do real e o fim da comunicação, Lévy
interpreta o virtual como o exercício da criatividade e a garantia da permanência
dos processos comunicacionais. Para Baudrillard, o virtual significa o fim do sentido,
para Lévy é a criação de novos sentidos: a virtualização seria uma
característica da própria comunicação (da linguagem), estando presente desde o
momento em que a humanidade passou a produzir textos.
Apesar de não existir um manual de instruções da internet, existem diversos autores que abordam a temática, que podemos consultar e nos podem ajudar a formar a nossa própria opinião.
Tive a oportunidade de começar a aceder à internet aquando do boom das redes de IRC e continuei a acompanhar a evolução até ao dia de hoje, considero que devemos ter uma visão abrangente e uma postura critica em relação ao que nos rodeia, a rede tal como a vida real é povoada por pessoas, com tudo de mau e bom que isso acarreta.
Aproveito para partilhar algo real partilhado na rede virtual.
Aproveito para partilhar algo real partilhado na rede virtual.
Referências:
- Castells, M. (2011). A Sociedade em Rede. A Era da Informação: Economia, Sociedade e Cultura (Vol. I). Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. 4.ª Edição.
- Ferreira, G. (2012). Que identidade nas redes virtuais? O eu flexível, entre a unidade e a fragmentação. Exedra, 6, 185-198. www.exedrajournal.com/docs/N6/12-CCE.pdf . Acedido em 29 de Dezembro de 2013
- Lévy, P. (1997). O que é o Virtual? (Tradução de Paulo Neves). São Paulo: Editora 34
- Lévy, P. (1999). Cibercultura. (Tradução de Carlos Irineu da Costa) São Paulo: Editora 34
- Rheingold, H. (1993). The Virtual Community. Disponível em http://www.rheingold.com/vc/book/ .Acedido em 28 de Dezembro de 2013
- Rheingold, H. (2012). Net Smart: How to Thrive Online. The MIT Press
- http://en.wikipedia.org/wiki/Back_Dorm_Boys Acedido a 29 de Dezembro de 2013
terça-feira, 31 de dezembro de 2013
Conclusão do Grupo ETA
O grupo ETA conclui o seguinte, de acordo com os estudos efetuados e os ponto de vista entre os autores:
Neste trabalho, tendo com consideração os estudos efetuados, que se encontram referenciados abaixo, verificamos que muitas são as questões que nos faz refletir sobre a tecnologia da informação. Consideramos que devemos refletir sobre as mudanças que se vão emergindo, pois verificamos que a utilização da tecnologia depende da orientação que é dada pelo homem, que pode ser construtiva ou destrutiva.
A informação cresce exponencialmente. As mudanças são muito rápidas, o que nos provoca algumas dificuldades. Teremos constrangimentos em dar conta dos seus efeitos e, por conseguinte, das eventuais consequências que estas mudanças possam vir a provocar ao Homem. No entanto, torna-se quase impossível responder de forma linear às perguntas emergentes, em que muitas são as referenciadas ao longo do trabalho. A reflexão toma um caráter peculiar e o debate um elemento fundamental para uma melhor orientação.
O homem é um ser com identidade própria que deverá ser cultivado num caminho de felicidade, construído por ele próprio. Neste caminho, a tecnologia encontra-se junto dele, seja para o bem seja para o mal. No entanto, consideramos que ambos os caminhos nada sejam um sem o outro, e que podem ser unidos numa base construtiva de uma orientação ética, por vezes quase impossível de alcançar.
As questões éticas soam cada vez mais importantes e necessárias à luz da defesa dos direitos de todos em rede. A sua preservação é fundamental. Ambos os autores defendem uma necessidade correta na utilização das novas tecnologias de informação e comunicação. O Homem não pode viver mais sem regras na sociedade da informação em rede.
Referências bibliográficas:
- BASTOS, S. (1985). À sombra das maiorias silenciosas. O fim do social e o surgimento das massas. São Paulo: Editora Brasiliense, 1985. Acedido em 10 de Dezembro de 2013:
- BELL, Daniel (1976). The coming of Post-industrial Society: a Venture in Social Forecasting, Nova York: Basic Books, 2ª Edição.
- CASTELLS, Manuel (2011). A Sociedade em Rede. A Era da Informação; Economia, Sociedade e Cultura. Volume 1. Fundação Calouste Gulbenkian. 4ª Edição
- FUTORANSKY, Luisa (1999). Interviwing Paul Virilio Courtesy of the AjoBlanco magazine – February. Acedido a 11 de Dezembro de 2013 em: http://www.flirt.net.novis.pt/arquivo/f_julho/julho/textos/virilio.htm.
- LÉVY, P. (1999). Cibercultura. (Tradução de Carlos Irineu da Costa) São Paulo: Edição 34 Editora
- LOPES, Natália (2007). A Técnica, Tecnologia e Comunicação em Paul Virilio. Tese de Mestrado em Comunicação em Tecnologias Comunicativas. Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro
- MATOS, R. (n.d.). Jean Baudrillard. Enigmas e paradoxos da imagem na era do simulacro. Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro.Acedido a 10 de Dezembro de 2013 em:
Outros referenciais, da internet, utilizados em estudo, acedido a 21 de Dezembro de 2013 em:
domingo, 15 de dezembro de 2013
Bibliografia Anotada
UC - Materiais e Recursos para Elearning
Elaboração de uma bibliografia anotada sobre 2 recursosRecurso 1
Butcher, N. (2011). A Basic Guide to Open Educational Resources (OER). Commonwealth of Learning & UNESCO. Acedido Dezembro, 10, 2013, em http://www.col.org/PublicationDocuments/Basic-Guide-To-OER.pdf
A Commonwealth of Learning e a UNESCO publicaram "O Guia Básico sobre
Recursos Educacionais Abertos", este Guia é composto por três partes:
A primeira parte é apresentada na
forma de um conjunto de "Perguntas Frequentes". A sua finalidade é
fornecer aos leitores uma introdução rápida e acessível aos Recursos Educacionais Abertos (REA) e alguns aspectos-chave para pensar quando explorar como usar REA
com eficácia.
A segunda parte é uma análise
mais abrangente dessas questões, apresentadas sob a forma de um trabalho de
pesquisa tradicional. Para aqueles que têm um interesse mais profundo em REA,
esta secção irá ser útil.
A terceira parte é um conjunto de
apêndices, contendo informações mais detalhadas sobre áreas específicas de
relevância para REA.
Comentário:
Uma obra completa e de consulta bastante acessível, esclarece duvidas, desmistifica os Recursos Educacionais Abertos.
Após a leitura da mesma ficamos sem duvidas, e com vontade de utilizar os REA.
Um recurso adequado a integrar a bibliografia sobre REA.
Recurso 2
Após a leitura da mesma ficamos sem duvidas, e com vontade de utilizar os REA.
Um recurso adequado a integrar a bibliografia sobre REA.
Recurso 2
Falconer, I., McGill L.,
Littlejohn A., & Boursinou E.. (2013). Overview and analysis of
practices with open educational resources in adult education in Europe. Instituto para os Estudos Tecnológicos e Prospectivos do Centro Comum de
Investigação da
Comissão Europeia. Acedido Dezembro, 10, 2013, em http://openeducationeuropa.eu/pt/download/file/fid/32999
Publicado em Novembro de 2013, apresenta uma visão geral e análise da utilização dos Recursos Educacionais Abertos na Educação de Adultos na Europa, que resultou do estudo OER4Adults levado a cabo pela Caledonian Academy, da Glasgow Caledonian University.
Comentário:
Identifica, descreve e classifica um número abrangente de iniciativas de
REA na Europa na área da aprendizagem e educação de adultos ao longo da vida. Identifica
obstáculos e barreiras à implementação de REA na educação de adultos e
discute os factores para o sucesso da implementação, up-scaling e integração
de práticas inovadoras com REA.
Actual e de leitura recomendada.
Actual e de leitura recomendada.
domingo, 8 de dezembro de 2013
Cibercultura
UC - Educação e Sociedade em Rede
Breve análise da leitura da obra Cybercultur, de Pierre Levy.
De leitura bastante acessível, ao longo de toda a obra são nos fornecidos dados de contextualização de modo a facilitar a compreensão das ideias que o autor pretende transmitir.
Basicamente existem 2 conceitos o Ciberespaço e a Cibercultura.
Ciberespaço :"o
espaço de comunicação aberto pela interconexão mundial dos computadores e das
memórias dos computadores. Essa definição inclui o conjunto dos sistemas de
comunicação eletrônicos (aí incluídos os conjuntos de redes hertzianas e
telefônicas clássicas), na medida em que transmitem informações. Consiste de
uma realidade multidirecional, artificial ou virtual incorporada a uma rede
global, sustentada por computadores que funcionam como meios de geração de
acesso"
O
ciberespaço favorece a integração em "comunidades virtuais"
independentemente das barreiras físicas e geográficas, sendo a sua diversidade
cultural directamente proporcional ao envolvimento activo e à qualidade das
contribuições dos diversos representantes culturais.
As pessoas
que povoam e nutrem o ciberespaço constituem sua principal riqueza.
Cibercultura: "corresponde ao momento em que a nossa espécie, pela globalização
econômica, pelo adensamento das redes de comunicação e de transporte, tende a
formar uma única comunidade mundial, ainda que essa comunidade seja e quanto! -
desigual e conflitante."
Uma obra que apesar de escrita em 1997 se mantém bastante actual.
Exemplos de Cibercultura:
Cursos online como os disponibilizados pela UAB, Cursera ou Udacity
Comunidades online como o Facebook, Twitter ou Myspace
Forums como o Zwame
Jogos MMORPG como o Unreal Tournament, em que pessoas se reúnem em comunidades para jogar um jogo em rede, ou até mesmo como o FarmVille que ficou popularizado via Facebook.
terça-feira, 29 de outubro de 2013
terça-feira, 15 de outubro de 2013
A experiência como estudante no Mambo7
Ao longo destes dias de ambientação, foi necessário dedicar tempo à leitura, no ensino em e-Learning ao contrário do presencial não nos sentamos em cadeiras a ouvir os professores expor matéria, no e-Learning são os alunos assumem mais responsabilidade pois têm de fazer pesquisa, reflectir, gerir o tempo e apresentar trabalho, o professor assume o papel de orientador.
Estes dias marcam o inicio de muitas horas que irei passar agarrado ao computador a ler, fazer novas descobertas, dar uso aos neurónios e claro a escrever.
Espero adquirir novas competências, fazer novas amizades e com os meus colegas atingir os objectivos a que nos propomos.
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